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8 de setembro de 2010

Animais abandonados à fome no quintal 1 mês...


Como é isto possível?...
Quem deixa os Animais sozinhos em casa um mês? Um assassino!! E os assassinos devem estar presos!
Não há humanidade nas pessoas deste País, nem Justiça, nos Orgãos de Justiça!!


Adoptem este menino que se encontra agora no Canil de Caldas da Rainha...
Ele merece ser feliz e um dono que além de pessoa seja Humano...

28 de junho de 2010

37 mil cães e gatos abandonados recolhidos em 3 anos


Alerta.
Número de animais aumentou em 10 mil neste período. Falta de fiscalização  e incumprimento da lei, que obriga à identificação com 'microchip', explicam tendência.

Alergias, férias, o nascimento de um filho, problemas de comportamento, mau desempenho na caça e dificuldades económicas são os vários motivos que levam os donos a abandonar os animais de companhia. Segundo a Direcção--Geral de Veterinária (DGV), entre 2006 e 2009 o número de cães e gatos recolhidos pelos municípios aumentou em dez mil.
Nesses três anos foram resgatados à rua 37 365 animais. Fora deste número estão todas as recolhas feitas pelas várias associações de Protecção Animal e particulares (ver casos). Uma das explicações para a subida dos abandonos é a falta de fiscalização das autoridades. "Antes as pessoas eram abordadas na rua, hoje ninguém é confrontado pela polícia para apresentar o registo dos animais", diz Ana Elisa Silva, presidente da Associação Nacional de Veterinários Municipais.
Um problema justificado pela presidente da Associação de Médicos Veterinários Inspectores Sanitários, com "a falta de recur- sos humanos" e com o incumprimento da lei que exige a identificação dos animais com microchip.
Desde Julho de 2008, todos os animais que nascem têm de ter esta identificação electrónica, mas a legislação não é cumprida, dizem os veterinários, o que dificulta a identificação dos animais abandonados e dos donos. "Na minha opinião, nem 30% dos cães têm microchip. Se se cumprisse a lei, o dono de um cão abandonado era identificado e seria autuado", explica Sofia Almendra. "A falta de identificação animal dá liberdade ao dono para abandonar", acrescenta o veterinário João Alvoeiro,
Em Portugal, o abandono de animais não é considerado crime, mas sim "uma infracção" sujeita a contra-ordenação. As coimas variam de um mínimo de 500 euros e um máximo de 3740 euros.
Segundo a DGV, desde 2009 "foram instaurados 78 processos de contra-ordenação por abandono de animais". A "gravidade da infracção, culpa, situação económica do arguido, bem como as vantagens que retirou com a prática da infracção", são critérios usados para determinar o valor da multa.
Para os veterinários, o combate ao abandono passa pelo aumento da fiscalização, da educação dos donos e uma melhor articulação entre instituições e Governo. "Temos uma equipa empenhada em criar mecanismos para minimizar este problema, com a motivação do poder central e local e motivação da adopção e educação nas escolas", disse ao DN Laurentina Pedroso, bastonária da Ordem dos Veterinários.

Por Filipa Fragoso
http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1604727

29 de maio de 2010

Porque não vão cuidar das crianças?...

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Resposta à pergunta de algumas pessoas
Questão interessante. Vamos ver se essa eu consigo responder de modo  didático.

1) Quem faz esta pergunta admite que existem dois tipos de pessoas no mundo: As Pessoas Que Ajudam e as Pessoas Que Não Ajudam.
Além disso, admite também que faz parte das Pessoas Que Não Ajudam, afinal, do contrário,  diria  "Por que não me ajudam a defender as crianças com fome?", ou "Venham defender comigo as crianças com fome!", ou "Não, obrigada, vou defender as crianças com fome".
Então ela se coloca claramente através de sua escolha de palavras como uma Pessoa Que Não Ajuda.
É curioso a Pessoa Que Não Ajuda, não faz nenhum esforço para ajudar, mas, sim, para tentar dirigir as ações das Pessoas Que Ajudam. É bastante interessante. Se eu fosse até sua casa organizar sua vida financeira sob a alegação de que eu sei muito mais sobre administração familiar eu estaria interferindo, mas ela se sente no direito de interferir nas ações que uma pessoa resolve tomar para aliviar os problemas que ela encontra ao seu redor.
É uma Pessoa Que Não Ajuda, mas ainda assim quer decidir quem merece ajuda das pessoas Que Ajudam e o nome disso é "prepotência".


2) Pessoas Que Ajudam nunca vão ajudar as "crianças com fome". Nem tampouco os "velhos", os "doentes" ou os "despossuídos". E sabe porquê?
Porque "crianças com fome" ou "velhos" ou qualquer outro destes é abstrato demais. Não têm face, não são ninguém. São figuras de retóricas de quem gosta de comentar sobre o estado do mundo atual enquanto beberica seu uisquezinho no conforto de sua casa.
Pessoas Que Ajudam agem em cima do que existe, do que elas podem ver, do que lhes chama atenção naquele momento. Elas não ajudam "os velhos", elas ajudam "os velhos do asilo X com 50,00 reais por mês".
Elas não ajudam "as crianças com fome", elas ajudam "as crianças do orfanato Y com a conta do supermercado".
Elas não ajudam "os doentes", elas ajudam o "Instituto da Doença Z com uma tarde por semana contando histórias aos pacientes".
Pessoas Que Ajudam não ficam esperando esses seres vagos e difusos como as "crianças com fome" baterem na porta da sua casa e perguntar se elas podem lhe ajudar.
Pessoas Que Ajudam vão atrás de questões muito mais pontuais.
Pessoas Que Ajudam cobram das autoridades punição contra quem maltrata uma cadela indefesa sem motivo.
Pessoas Que Ajudam dão auxílio a um pai de família que perdeu o emprego e não tem como sustentar seus filhos por um tempo.
Pessoas Que Ajudam tiram satisfação de quem persegue uma velhinha no meio da rua.
Pessoas Que Ajudam dão aulas de graça para crianças de um bairro pobre.
Pessoas Que Ajudam levantam fundos para que alguém com uma doença rara possa ir se tratar no exterior.
Pessoas Que Ajudam não fogem da raia quando vêem QUALQUER COISA onde elas possam ser úteis. Quem se preocupa com algo tão difuso e sem cara como as "crianças com fome" são as Pessoas Que Não Ajudam.

3) Pessoas Que Ajudam são incrivelmente multitarefa, ao contrário da preocupação que as Pessoas Que Não Ajudam manifestam a seu respeito. (Preocupação até justificada porque, afinal, quem nunca faz nada realmente deve achar que é muito difícil fazer alguma coisa, quanto mais várias).
O fato de uma pessoa Que Ajuda se preocupar com a punição de quem burlou a lei e torturou inutilmente um animal não significa que ela forçosamente comeu o cérebro de criancinhas no café da manhã. Não existe uma disputa de facções entre Pessoas Que Ajudam, tipo "humanos versus animais".
Geralmente as Pessoas Que Ajudam, até por estarem em menor número, ajudam várias causas ao mesmo tempo. Elas vão onde precisam estar, portanto muitas das Pessoas Que Ajudam que acham importante fazer valer a lei no caso de maus-tratos a um animal são pessoas que ao mesmo tempo doam sangue, fazem trabalho voluntário, levantam fundos, são gentis com os menos privilegiados e batalham por condições melhores de  vida para aqueles que não conseguem fazê-lo sozinhos.
Talvez você não saiba porque, afinal, as Pessoas Que Ajudam não saem alardeando por aí quando precisam de assinaturas para dobrar a pena para quem comete atrocidades contra animais, que estão fazendo todas estas outras coisas, quase que diariamente. E acho que é por isso que você pensa que se elas estão lutando por uma causa que você "não curte", elas não estão fazendo outras pequenas ou grandes ações para os diversos outros problemas que elas vêem no mundo. Elas estão, sim. E se fazem ouvir como podem, porque sempre tem uma Pessoa Que Não Ajuda no meio para dar pitaco.

Então, como dizia meu avô, "muito ajuda quem não atrapalha". Porque a gente já tem muito trabalho ajudando pessoas e animais que precisam (algumas até poderiam ser chamadas tecnicamente de "crianças com fome", se assim preferem os que não ajudam).
(este texto pode e deve ser reproduzido) Escrito em 13.04.2005
 
Para receber este informativo, escreva para:
institutoninarosa-subscribe@yahoogrupos.com.br
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28 de maio de 2010

Biocídio no Santuário de Fátima




Há várias denúncias de maus tratos a cães, animais abandonados que são capturados no Santuário de Fátima: "Muitos animais são mortos, alguns por envenenamento, mas as pessoas que trabalham no santuário têm medo de falar disto." Quem dá a cara nesta acusação é Maria do Céu Alves Romeiro, presidente da Associação dos Animais Abandonados de Fátima (APAAF). "Tenho provas concretas, isto é uma barbaridade no 'altar do mundo' as pessoas não estão a respeitar os animais", assume, indignada, Maria do Céu Romeiro.
Para já, as autoridades que gerem aquele espaço de culto remetem-se ao silêncio. "Só nos pronunciaremos no momento que consideramos oportuno", disse, ao DN, Leopoldina Simões, responsável pela sala de imprensa do santuário da Cova da Iria.
Na Internet, circulam um punhado de fotos que atestam as alegadas atrocidades. Foi mesmo criado um grupo numa rede social (designado por 'Escândalo no Santuário de Fátima/matança de inocentes') que , de anteontem para ontem, aumentou mais de 1500 membros. Neste , onde se faz eco destas denúncias da APAAF. A criadora deste grupo no Facebook, Joana Teixeira Dumas, explicou ao DN que antes desta iniciativa enviou várias mensagens de correio electrónico para a Reitoria do Santuário de Fátima. "Até agora, ninguém respondeu. Não tenho antipatia nem simpatia pela Igreja, aquilo que me move é a defesa dos animais. Mas não deixa de ser irónico isto estar a acontecer em Fátima".
O dedo acusador da APAAF (criada em Setembro de 2009 e que já tem 43 membros) também contempla os serviços da Câmara Municipal de Ourém "por inexistência de um canil/gatil condigno", refere Céu Romeiro. A presidente desta associação, funcionária da biblioteca José Saramago no Instituto Polítécnico de Leiria, assegura ao DN que as fotografias que demontram os maus tratos "são verdadeiras e são a prova concreta do que se está a passar em Fátima".
Sem querer, para já, desmentir estas acusações, fonte da autarquia disse ontem ao DN que "o serviço municipal de veterinária está a tentar apurar a credibilidade da denúncia, uma vez que, há factos que não são novos e, de tempos a tempos, surgem estas recorrentes denúncias" na praça pública. Ainda assim, a mesma fonte da Câmara Municipal de Ourém confirma que "o actual canil municipal não tem as melhores condições, estando já em fase de projecto a nova infra-estrutura, que ficará situada no estaleiro municipal". A polémica na Net, essa, cresce de hora a hora.


Por Paula Carmo
Fonte: Diário de Notícias
http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1580369&seccao=Centro

25 de março de 2010

Cães sofrem de Cancro após a colocação do chip de identificação

Do implanted microchips cause cancer in dogs and cats?


That's the question owners are asking after highly aggressive tumors developed around the microchip implants of two dogs, killing one and leaving the other terminally ill.

The owners – and pathology and autopsy reports – suggest a link between the chips and formation of fast-growing cancers.

'I could see it taking his life'

A 5-year-old bullmastiff named Seamus died last month after developing a hemangio-sarcoma – a malignant form of cancer that can kill even humans in three to six months, explains privacy expert, syndicated radio host and best-selling author Dr. Katherine Albrecht.

Albrecht, an outspoken opponent of implantable microchips, has been contacted by pet owners after their animals experienced what they believe to be side effects from the procedure.

According to a pathology report, Seamus' tumor appeared between his shoulder blades last year, and by September a "large mass" had grown with the potential to spread to his lungs, liver and spleen.

Seamus underwent emergency surgery, and doctors extracted a 4-pound, 3-ounce tumor from the dog. They used four drains to remove fluid from the area in which the tumor had developed. The veterinarian informed the dog's owner, Howard Gillis, that there had been two microchips embedded in Seamus – one presumably inserted by the dog's breeder when Seamus was only 9 months old. The chips were both located in and around the tumor.

In just three months, the cancer returned. Seamus, a once energetic dog, struggled to walk.

Seamus "was 150 pounds of heart," Howard Gillis, the dog's owner, said in a recent interview. "He wanted to live."

Read the whole story: Get "Spychips: How Major Corporations and Government plan to Track your every Move"

Gillis explained that he "got the microchip because I didn't want him stolen. I thought I was doing right. There were never any warnings about what a microchip could do, but I saw it first-hand. That cancer was something I could see growing every day, and I could see it taking his life … It just ate him up."

To end the suffering, Seamus was put to sleep in February.

Microchip embedded inside tumor

Albrecht told the story of another dog, a 5-year-old Yorkshire terrier named Scotty that was diagnosed with cancer in Memphis, Tenn. Scotty developed a tumor between his shoulder blades, in the same location where the microchip had been implanted. The tumor the size of a small balloon – described as malignant lymphoma – was removed. Scotty's microchip was embedded inside the tumor.


Scotty was given only a year to live. His owner, Linda Hawkins, said the veterinarian was skeptical that a chip implant could cause cancer.

In Scotty's December pathology report, the doctor wrote: "I was previously suspicious of a prior unrelated injection site reaction" beneath the tumor. "However, it is possible that this inflammation is associated with other foreign debris, possibly from the microchip."

The doctor said the chip was coated with a translucent material to keep the microchips from moving around the body. "This coating could be the material inciting the inflammatory response," he wrote.

A national pet recovery and identification network, asked a vet to review the pathology report, according to Hawkins. The company reported that the chip was not the cause of the tumor. However, Hawkins said the company sent her a $300 check to pay for medical expenses.

"I find it hard to believe that a company will just give away $300 to somebody who calls in, unless there is something bad going on," Hawkins said.

Hawkins reported spending $4,000 on medical treatment for Scotty since December.

"Scotty is just a baby," she said. "He won't live the 15 years he's supposed to … I did something I thought a responsible pet owner should – microchip your pet – and to think that it killed him … It just breaks your heart."


Albrecht cited other reports of animals who suffered adverse reactions following implantation of microchips. Two other dogs experienced malignant tumors.

A French bulldog named Léon developed a lump at the microchip site only eight months after implantation. A biopsy indicated that Léon had a fibrosarcoma, an aggressive form of cancer.

As WND reported just last year, a Chihuahua named Charlie Brown experienced another outcome from the chipping procedure. He bled to death.

"I wasn't in favor of getting Charlie chipped, but it was the law," said Lori Ginsberg, the Chihuahua's owner, citing an ordinance that requires all dogs over the age of four months in unincorporated Los Angeles County be microchipped. Dog owners who refuse to comply face a $250 fine for the first offense and up to six months in jail and $1,000 fine for continued non-compliance.

"This technology is supposedly so great until it's your animal that dies," she said. "I can't believe Charlie is gone."

Malignant tumors in lab mice, rats

Likewise, in 2007, the Associated Press reported, "A series of veterinary and toxicology studies, dating to the mid-1990s, stated that chip implants had 'induced' malignant tumors in some lab mice and rats." They developed subcutaneous "sarcomas" – most of them encasing the implants.


Keith Johnson, a retired toxicologic pathologist, led a 1996 study at the Dow Chemical Co. in Midland, Mich.

"The transponders were the cause of the tumors," he told the AP.

Dr. Katherine Albrecht

Albrecht has authored a 52-page peer-reviewed article, titled "Microchip-Induced Tumors in Laboratory Rodents and Dogs: A Review of the Literature," in which she discusses literature published in oncology and toxicology journals between 1990 and 2006 that address the effects of implanted radio-frequency microchips on laboratory rodents and dogs.

Albrecht has been invited to present her findings at a June conference for the Institute for Electronic and Electrical Engineers, the world's leading professional association for the advancement of technology.

She said it is important that the public be made aware of the potential hazards of microchipping because some governments are seeking to make dog chipping mandatory. For example, the British government recently announced its proposal to impose penalties on pet owners who do not comply with chipping requirements. Ireland, New Zealand, Malta, Norway, Switzerland, Austria, Croatia, Italy and Portugal and even some places in the United States require mandatory microchipping. Likewise, USA Today reported Colorado requires implanting microchips in dogs that injure someone. Minnesota enacted a similar law in 2001, and in Virginia, dangerous dogs are required to have either a microchip or an identifying tattoo on the inner thigh.

Asked how prevalent the problem of pets developing cancerous growths following chip implantation really is, Albrecht told WND, "That's what we don't know, and that's why we are hoping the veterinary community will at least start to acknowledge these problems and start to report on these cases as they turn up. It seems there's a widespread lack of awareness in the veterinary community about this problem."

FDA: No studies linking chip implantation to cancer

In 2004, after investigating microchipping, the Food and Drug Administration found the process to be safe enough for use in humans and animals. In 2007, the New York Times reported federal regulators said animal data had been considered in the review of chip implantation in humans and that there were no controlled scientific studies linking chip implantation to cancer in dogs and cats. Lab rodents were said to be more prone than other animals to develop tumors from all types of injections.

"If there are any cancers from the chips, they are so rare that losing pets is far more serious," Dr. Lawrence D. McGill, a veterinary pathologist at Animal Reference Pathology, a veterinary laboratory in Salt Lake City, told the Times.

Likewise, the American Veterinary Medical Association website states, "Tumors associated with microchips in two dogs were reported, but in at least one of these dogs the tumor could not be directly linked to the microchip itself (and may have been caused by something else). … the risk that your animal will develop cancer due to its microchip is very, very low, and is far outweighed by the improved likelihood that you will get your animal back if it becomes lost."

However, Albrecht noted that side effects resulting from FDA-approved devices for human use are required to be reported, while those resulting from use of animal devices are not.

"If it's for animal use, there's no requirement," she said. "We suspect this is happening quite frequently, and it's simply not being reported."

'Pet owners should be clearly advised'

Neither Albrecht nor the American Veterinary Medical Association recommend having microchips removed from pets that exhibit no reactions after the chips have been implanted because doing so would require invasive surgery. However, in her research paper, Albrecht recommends that policymakers "reverse all policies that mandate the microchipping of animals under their jurisdiction or control," including reversal of state and local ordinances and chipping policies at animal shelters.


She advocates a voluntary system of microchipping at the discretion of pet owners and asks that veterinarians familiarize themselves with research findings regarding adverse reactions before recommending implants for animals.

Albrecht also states, "Pet owners should be clearly advised of the research linking the microchip to cancer in rodents and dogs when seeking advice about the chipping procedure or choosing to have it done to their pets."

According to the paper, pet owners should routinely inspect the microchip site on their animals for unusual lumps or swelling and immediately report abnormalities.

Albrecht argues that it is far more efficient to fit dogs and cats with tags that contain owner contact information rather than chipping an animal and expecting the person who finds him to take him to a clinic or shelter to read the microchip.

"Then, if your neighbor finds your dog, rather than having to turn your dog in to the animal shelter where it might be put to sleep, your neighbor can call you and tell you they have him," she said.

As for pet owners who have not sought the procedure for their animals and are unsure of whether they should, Albrecht noted, "If a pet's not currently microchipped, it may be best to keep them that way."

Editor's note: Dr. Albrecht encourages pet owners who have similar experiences with implantable microchips to contact her and share their stories.
 
Fonte: WorldNetDaily

http://www.wnd.com/index.php?fa=PAGE.view&pageId=131533

24 de março de 2010

Vendedor ilegal congelou 100 cães...

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Várias pessoas de Badajoz, em Espanha, compraram cães de pedigree que, mais tarde, vieram a ter problemas de saúde. Quando as autoridades visitaram o local onde as pessoas os adquiriam, depararam-se com os cádaveres de cerca de cem cães congelados.

O homem que lhes vendia os cães é natural da cidade de Cáceres era dono de um centro de venda ilegal. Comprava cães com pedrigree na Eslováquia, transportava-os, com menos de seis meses, de camião pela Europa, e vendia-os ilegalmente em Espanha, de acordo com o site do jornal espanhol ‘ABC’.

Se algum comprador manifestasse interesse no pedigree, tinha de pagar mais 200 euros por um certificado ilegal. Muitos até apareciam como vacinados antes do seu nascimento e as autoridades espanholas suspeitam que os guardava no congelador para que o fornecedor eslovaco o recompensasse com dinheiro ou outros animais.

No prazo de um ano terá, alegadamente, recebido cerca de 365 mil euros pela venda dos animais, que apresentavam malformações e aos quais dispensava cuidados sanitários precários, causando a morte a muitos deles.

Quando a Guardia Civil espanhola desmantelou o local, deparou-se com 75 cães vivos, de diversas raças, em 58 jaulas e cerca de cem cães congelados. O vendedor foi detido e acusado de calote, inclusão professional, porte de documentação falsa e contra a ordenação do território e investigam-se delito fiscal e maltrato de animais.

Fonte: Correio da Manhã
http://www.cmjornal.xl.pt/noticia.aspx?contentid=DE44B1C8-71E8-4E66-9F47-7530FF6F1E13&channelid=00000021-0000-0000-0000-000000000021&h=3

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26 de janeiro de 2010

Quatro cães morrem após visita ao Parque Paz e Amizade

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Quatro cães morreram no fim-de-semana no Barreiro, alegadamente devido a envenenamento, após visita ao Parque Paz e Amizade, estando a PSP a investigar o caso.

“Ao longo do fim-de-semana morreram quatro cães e um quinto, apesar de ter sintomas, sobreviveu. Todos os cães têm em comum uma visita ao Parque Paz e Amizade [na freguesia de Santo André], seguido de uma morte quase fulminante”, disse à Lusa uma proprietária, que preferiu manter o anonimato.

Segundo a fonte, um dos seus cães sentiu-se mal no sábado, foi levado ao veterinário e acabou por falecer, após uma passeio no referido parque público.
 “Levámos a cadela à veterinária que explicou que se devia ter tratado de ataque cardíaco, mas no dia seguinte a outra cadela, que foi passear ao mesmo local, morreu com os mesmos sintomas”, disse.
 “Achei estranho e pedi para se fazer uma autopsia, onde me revelaram que existiam ossos de frango e ervas no estômago, quando só comida ração, e que a causa da morte tinha sido envenenamento”, acrescentou.

Fonte da PSP do Barreiro, contactada pela Lusa, confirmou que foram feitas três participações sobre a situação.

“Recebemos três participações pela morte de quatro animais. A PSP está a averiguar junto da autarquia e de outras entidades para perceber se foi colocado no local algum produto que originasse esta situação”, disse.

Fonte: Destak
Destak/Lusa
destak@destak.pt

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17 de janeiro de 2010

Trágico - Animais Queimados em Incêndio

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Duas dezenas de cães e dois gatos morreram na madrugada de ontem, na sequência de um incêndio, em Vagos, distrito de Aveiro. Os animais encontravam-se nas instalações da associação Gaticão, onde ardeu o edifício principal da sede.

"Não tenho palavras, estão aqui anos de trabalho destruídos", contou ao CM visivelmente emocionado Carlos Sousa, presidente da Direcção da Associação de Animais. A casa de madeira que servia de clínica ficou totalmente destruída e com ela arderam os animais que estavam dentro das istalções e, também, todo o material médico. "Tínhamos em jaulas animais que precisavam de cuidados e outros que tinham sido acabados de recolher das ruas", recorda Carlos Sousa. A salvo ficaram 197 animais que estavam afastados do local do fogo.
Os Bombeiros Voluntários de Ílhavo receberam o alerta por volta da uma da manhã e, já no local do incêndio, demoraram cerca de três horas para extinguir o fogo.
As causas do incêndo estão ainda por descobrir, mas, segundo Carlos Sousa, pode ter havido mão criminosa. "É estranho isto ter acontecido por acaso, pois dois cães que estavam lá dentro fechados apareceram vivos e sem queimaduras". A PJ está a investigar.

Fonte: Correio da Manhã

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30 de novembro de 2009

Incêndios que devastam a Austrália e a vida...

É possível cobrir os olhos neste mundo cruel que nos rodeia?! Quem consegue?!


"A compaixão pelos animais está intimamente ligada à bondade de carácter e pode ser seguramente afirmado que, quem é cruel com os animais não pode ser um bom homem." - Arthur Schopenhauer

Uma imagem destas é de emocionar qualquer um, que tenha um coração.
Não só pela tristeza de ver o sofrimento que o homem causa aos animais inocentes, mas também por ver que ainda existe compaixão e seres realmente HUMANOS que ajudam e salvam os animais.

Este senhor Mr. Tree merece um tributo, amigos.
Bem-haja!

Este Koala é uma fêmea e chama-se Sam, deverá precisar de 5 meses para recuperar das queimaduras de que foi vítima, para ser libertada.

18 de outubro de 2009

Centro de Reabilitação Animal substitui antigo canil de Gaia


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Aqui está um exemplo para o País





O Centro de Reabilitação Animal já está em funcionamento. Trata-se de um moderno equipamento de recolha e tratamento de animais abandonados, que substitui o antigo canil com mais de 60 anos.Tem capacidade para 76 animais (cães e gatos), num espaço amplo de 1000 m2 dividido em 38 celas, contíguo às Oficinas Municipais. Dispõe ainda de uma clínica veterinária e de uma sala de cirurgias, que são geridas pelo Parque Biológico.

"De facto, não se justificava a anterior situação de desumanização. Fizemos um compasso de espera para construir este Centro, pois tínhamos previsto um projecto maior em parceria com todos os Municípios da Área Metropolitana do Porto. Tal não foi possível, mas penso que este espaço tem uma grande dignidade", salientou Luís Filipe Menezes, Presidente da Câmara Municipal de Gaia, na sua intervenção.

O novo Centro representou um investimento de 250 mil euros e não invalida a continuação das campanhas municipais de defesa e protecção dos animais. "É um problema que não se trata com canis mas sim com o procedimento quotidiano de todos os cidadãos. Mas num concelho com esta dimensão impõem-se serviços deste género", justificou o Presidente da Câmara Municipal.

Entretanto, a Câmara Municipal pretende triplicar o número de animais adoptados. "Em vez dos centros comerciais passaremos a fazer as campanhas no novo Centro. Nas escolas vamos continuar com as iniciativas de sensibilização para o não - abandono dos animais. Pensamos que as crianças podem ser um veículo eficaz de transmissão da mensagem", destacou Mário Fontemanha, Vereador do Ambiente.

A Câmara mantém o seu ritmo de inaugurações, de acordo com um calendário próprio. "Para nós o dia 11 de Outubro foi simplesmente um dia. Esta dinâmica de desenvolvimento vai manter-se nos próximos tempos e já dentro de poucos dias vamos inaugurar novas vias estruturantes e o empreendimento social do Miradouro, em Santa Marinha", concluiu Luís Filipe Menezes.

Para contactar o Centro de Reabilitação Animal ligue: 22 374 24 00
(Departamento Municipal de Salubridade Pública e Ambiente)


Fontes:
Gaia Global
Jornal Audiência
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13 de outubro de 2009

Novidades BOAS!

Alguma coisa está a mudar finalmente!!
Entra em vigor HOJE!!
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Macacos, elefantes, leões e tigres proibidos nos circos
12.10.2009 - 16h32 Lusa

A exibição de animais nos circos tem os dias contados. Uma nova lei proíbe a compra de macacos, elefantes, leões ou tigres e impede a reprodução dos animais existentes nos circos. A portaria 1226/2009, publicada hoje e que entra em vigor na terça-feira, divulga uma lista de espécies consideradas perigosas, pelo seu porte ou por serem venenosas, que só podem ser detidas por parques zoológicos, empresas de produção animal autorizadas e centros de recuperação de espécies apreendidas. Os circos não fazem parte da lista de excepções, assim como as lojas de animais, que também ficam proibidas de vender cobras de grande porte ou venenosas, algumas aranhas ou lagartos. Entre as espécies cuja detenção passa a ser proibida pela nova lei - excepto para os zoológicos e as entidades autorizadas - incluem-se todas as espécies de primatas, de ursos, de felinos (excepto o gato), otárias, focas, hipopótamos, pinguins ou crocodilos. A proibição abrange ainda, na classe das aves, todas as avestruzes, e, na dos répteis, as tartarugas marinhas e as de couro, assim como serpentes, centopeias e escorpiões. No preâmbulo do diploma, o Ministério do Ambiente justifica a nova lei com motivos relacionados com a conservação dessas espécies, com o bem-estar e saúde dos exemplares e também com a garantia de segurança, do bem-estar e da comodidade dos cidadãos “em função da perigosidade, efectiva ou potencial, inerente aos espécimes de algumas espécies utilizadas como animais de companhia”. A portaria ressalva a situação dos espécimes já detidos aquando da entrada em vigor da lei, na terça-feira, bem como dos híbridos dele resultantes, que devem ser registados no Instituto da Conservação da natureza e Biodiversidade (ICNB) no prazo de 90 dias. Os detentores de espécimes das espécies listadas no diploma têm de ser maiores de idade e fazer o registo no ICNB. O diploma determina ainda que não é “permitida a aquisição de novos exemplares nem a reprodução daqueles que possuam no momento do registo”.

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http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1404848&idCanal=10

12 de setembro de 2009

Pintainhos ainda vivos atirados para uma trituradora

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Organização infiltrou-se
na maior produtora de ovos do Mundo


Câmara mostra pintainhos triturados vivos (COM VÍDEO)

A Mercy for Animals, organização norte-americana dedicada à defesa dos animais, revelou, num vídeo feito com uma câmara oculta, que a maior produtora de ovos do Mundo atira pintainhos ainda vivos para uma trituradora. Todos os dias morrem assim 150 mil aves.

O vídeo mostra a linha de montagem da Hy-Line International, em Spencer (Iowa), onde trabalhadores analisam os pintainhos que acabam de sair dos ovos, arremessando todos os machos para uma passadeira que os conduz à trituradora.

Segundo a Mercy for Animals, a eliminação dos machos é prática corrente no sector e deve-se ao facto de estes não produzirem ovos e serem mais difíceis de aproveitar para alimentação.

Já as futuras galinhas sofrem outros abusos na linha de montagem, existindo uma máquina que retira parte dos seus bicos, o que lhes causa dores crónicas.

O vídeo da Mercy for Animals mostra pintainhos moribundos no chão das instalações da Hy-Line International e deixa um apelo para que as pessoas deixem de consumir ovos.

A empresa reagiu através de um comunicado, garantindo que irá investigar o caso, visto que o vídeo "parece mostrar violações das normas internas quanto ao tratamento dos animais". No entanto, realçou que a prática daquilo a que se chama "eutanásia instantânea" dos pintainhos machos é defendida pelas autoridades veterinárias.


"Infelizmente ainda não existe nenhuma forma de fazer ovos que só tenham galinhas dentro. Se alguém precisar de 200 milhões de pintainhos machos teremos todo o gosto em fornecê-los. Mas não encontramos mercado para eles", disse à Associated Press o porta-voz da associação sectorial United Egg Producers.

VER O VIDEO NO SEGUINTE ENDEREÇO:

http://videos.sapo.pt/dmAQZR5WuJmbCSgbSZjf


fonte: Correio da Manhã
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6 de maio de 2009

Circos sem animais sobem ao Parlamento

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Países como a Argentina, Austrália, Áustria, Brasil, Canadá, Finlândia, Grécia,



Índia e Suécia já baniram ou restringiram a utilização de animais


nos espectáculos circenses.

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A Assembleia da República debate quinta-feira uma petição e um projecto de resolução do Bloco de Esquerda pedindo a proibição da utilização de animais nos circos, enquanto no exterior estará a decorrer uma manifestação apelando ao fim da "crueldade".
O protesto, marcado para as 14h00 em frente ao Parlamento, foi convocado pela Acção Animal e pela Liga Portuguesa dos Direitos dos Animais , as mesmas organizações que promoveram a petição "Por um circo livre de exploração animal" que teve 5.129 subscritores.
O objectivo é aprovar legislação que proíba a comercialização, manutenção e apresentação de animais em circos ou espectáculos do mesmo género, alegando que estes são sujeitos a violência e meios tortuosos durante os treinos, como único meio de serem submetidos à vontade do domador.
Os peticionários consideram também que estes animais não podem viver "livremente e de acordo com a sua natureza", estando constantemente sujeitos a "pressões anti-naturais e stressantes", e defendem que as companhias de circo não estão dependentes da apresentação destes "números" nos seus espectáculos.
Países como a Argentina, Austrália, Áustria, Brasil, Canadá, Finlândia, Grécia, Índia e Suécia já baniram ou restringiram a utilização de animais nos espectáculos circenses.
O projecto de resolução do Bloco de Esquerda (BE) segue a mesma linha, recomendando ao Governo que proíba a utilização de animais selvagens no circo e que os existentes sejam encaminhados para "locais adequados à sua permanência" no prazo máximo de três anos.
Na proposta do BE, destaca-se a preocupação com o bem-estar animal a nível internacional, a violência dos treinos que contrariam os instintos naturais, os alojamentos confinados, o perigo para a saúde e segurança pública.
A deputada socialista Rosa Albernaz, que defende esta causa "há muitos anos", disse à Agência Lusa que vai votar a favor da proposta do BE, "independentemente da posição do grupo parlamentar do PS que ainda não está definida".
"Não deve haver animais nos circos, nem selvagens, nem sem ser selvagens. Quem vê os treinos dos animais fica marcado para toda a vida, é ainda mais violento do que as touradas", declara a deputada.
Fonte: Expresso
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22 de abril de 2009

Gato emparedado...

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Em Ugborough, uma pequena localidade perto de Devon, na Grã-Bretanha, falava-se que em determinada casa tinha sido, em anos longínquos, emparedado um gato.
Este caso fazia parte do folclore local e a casa era conhecida por esse motivo, mas a verdade é que não passava de uma história transmitida oralmente, geração após geração. Agora, enquanto decorriam obras para remodelar o edifício, os operários tiveram a surpresa de encontrar debaixo de uma banheira antiga o dito gato, que aparentemente terá sido lá colocado vivo, há cerca de quatrocentos anos, para segundo as crenças locais proteger os habitantes de todos os males físicos e espirituais de que pudessem padecer. Esta tradição foi prática corrente em diversos países europeus durante essa época.

O esqueleto do gato encontra-se bastante bem conservado, como se tivesse sido mumificado, depois de centenas de anos emparedado.

O proprietário da casa que, pelo sim pelo não, tinha ponderado a hipótese de os restos do animal serem encontrados, pensava deitar fora o que restava do gato, se tal viesse a acontecer. Porém, com a repercussão mediática que o caso teve e atendendo ao facto de, sem provas, a lenda envolvendo o edifício se ter transmitido ao longo dos tempos, resolveu voltar a emparedar o animal exactamente no mesmo local, para que a história – agora comprovada - perdure para lá dele e das próximas gerações.

Só o responsável pelos trabalhos parece não ter gostado da surpresa e não foi com agrado que ordenou que o gato fosse colocado onde o tinham encontrado!

Fonte: BBC News UK

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2 de setembro de 2006

Agente da Psp abate Cadela a tiro

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Leiam atentamente a notícia. Há sempre uma desculpa para defender os assassinos!!!

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Quinta-feira, 17 de Agosto 2006

"Revoltados com a PSP que lhes abateu o cão Os donos de uma cadela Pastor Alemão estão revoltados com a PSP de Ovar que no sábado abateram a tiro o animal, que ladrava ameaçadoramente para duas mulheres e depois para os polícias.

«O caso está entregue a um advogado e vamos recorrer ao tribunal», afirmam Renata e Celso Rodrigues, donos da cadela.

A história ocorreu cerca das 10 horas de sábado quando duas mulheres, uma de 26 anos e outra de 42, se encontravam a apanhar fruta no quintal vizinho aos donos de um S. Bernardo e da cadela «Nae».

Segundo um comunicado do Comando Distrital da PSP de Aveiro, «subitamente, dois animais de raça canina de grande porte, surgiram, vindos de um quintal vizinho, ladrando de forma ameaçadora e deslocando-se em direcção às vítimas, causando-lhes pânico». As duas mulheres fugiram para o interior da residência, mas chamaram a polícia, porque, segundo o comunicado, os cães «ficaram a deambular pelo local». Ainda de acordo com a polícia um dos dois agentes da PSP «foi, também, surpreendido pelos referidos canídeos que ladravam de forma ameaçadora na sua direcção». Sem ter «tempo para se refugiar», o polícia «viu-se obrigado a fazer uso da arma, abatendo um deles, a fim de evitar a agressão iminente, provocando a fuga do outro para o quintal de onde tinha vindo». «A cadela foi abatida num caminho que até já me pertence», diz o dono. Celso Rodrigues e a mulher estavam de férias quando isto ocorreu, mas deixaram uma pessoa da sua confiança a tomar conta dos dois cães, que «são dóceis e nunca provocaram qualquer problema». «Bastava ter dado um tiro para o ar que eles fugiam, mas antes disso deveriam ter tentado contactar-nos, até porque como sou veterinário tenho os números de telefone na porta de casa», explica revoltado o médico. Não consegue é encontrar explicação sob a forma que os dois cães se conseguiram soltar.

Alguns populares que assistiram a toda esta cena também garantem que «não havia necessidade de abater a cadela».

«Até pode ter assustado, mas a cadela estava a brincar e não atacou ninguém», afiançam alguns populares, também eles revoltados com o que se passou.

«Estamos revoltados, mas queremos aferir o que realmente se passou para, então podermos assumir uma posição definitiva», concretiza Celso Rodrigues. Em estado de choque ficou a sua mulher Renata que tinha uma grande afeição pela «Nae». «Ela era muito meiga e muito querida», lamenta. Segundo Francisco Bagina, comandante distrital da PSP de Aveiro, «face às circunstâncias, e perante os dados que existem, a conduta do agente foi a adequada». Uma das mulheres amedrontadas pelos cães, que se encontrava grávida, ficou em pânico e teve de receber assistência hospitalar."

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Fonte Diário de Aveiro


23 de fevereiro de 2006

Incrivelmente Cruel!!

Os animais de criação intensiva são tratados como máquinas. Deles é retirada a maioria da carne que é consumida nos países desenvolvidos.

Nos primeiros dias de vida, por exemplo, os bicos das galinhas são cortados com uma lâmina quente e as bois e os porcos são castrados a sangue frio.

Estes animais passam as suas vidas sem condições para se moverem livremente, devido ao minúsculo tamanho das suas celas, sem se conseguirem virar sobre si mesmos, levantar uma asa e muito menos estabelecer laços sociais e familiares com outros animais da mesma espácie.

Muitos só respiram ar fresco e vêem a luz do Sol quando são transportados no camião que os leva para o matadouro, sempre sem comida, água ou qualquer cuidado sanitário, chegando muitas vezes ao destino feridos, doentes ou mortos.

Já no matadouro os animais são frequentemente anestesiados de uma forma incorrecta ou nem sequer o são. Depois a sua garganta é-lhes cortada automatica ou manualmente com uma faca quando os animais ainda estão frequentemente conscientes, dando uns últimos momentos de vida cheios de agonia e sofrimento injustificado.

O grupo People for the Ethical Treatment of Animals (PETA) criou um vídeo sobre a criação intensiva de animais ("Meet your Meat"). O vídeo tem cerca de 11 minutos e para fazer o download do vídeo clique aqui (existe uma versão de 15 e outra de 73 Mb).


http://www.lpda.pt/vegetarianismo/porque_veg.htm

"A compaixão pelos animais está intimamente ligada a bondade de carácter,

e pode ser seguramente afirmado que quem é cruel com os animais não pode ser um bom homem."

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Arthur Schopenhauer